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Reumatologista do CREB participa de reunião sobre nova medicação para espondilite anquilosante

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Nova medicação biológica para espondilite anquilosante

Uma nova medicação biológica para espondilite anquilosante, que poderá ser de grande ajuda no tratamento e na prevenção de sequelas que essa doença pode causar. Esse foi o tema da reunião realizada em São Paulo, no primeiro final de semana de dezembro, que teve a participação do Professor de Reumatologia da UFRJ e Coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Dr. Haim Maleh.

– A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória que atinge principalmente homens em idade jovem, podendo apresentar dor na coluna, bacia, glúteos e região inguinal, além do calcanhar e outras articulações, muitas vezes acompanhada de inflamação nos olhos, limitando em muito a mobilidade articular e diminuindo os movimentos da coluna vertebral.

Além dessa nova possibilidade de tratamento, é fundamental dar atenção para a reabilitação física, como em nossos protocolos no CREB, incluindo a hidroterapia, RPG, pilates com orientação específica, assim como outras atividades, sempre levando em consideração a individualidade da pessoa e suas necessidades – explica o Dr. Haim.


Consumir vitamina D ajuda a prevenir risco de fraturas

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Consumir mais de 20µg (microgramas) de vitamina D ao dia pode reduzir em até 30% o risco de fraturas. É o que garante um estudo realizado em Zurique, na Suíça, com 31 mil pessoas, entre as quais 91% eram mulheres, com média de idade de 76 anos. “Essa pesquisa só confirma o que já se sabia: a vitamina D é uma grande aliada contra o risco de faturas e, por isso, deve ser regularmente ingerida, principalmente por idosos. Pacientes portadores de osteoporose incluem a vitamina D em sua dieta”, explica o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A própria Associação Americana de Médicos, dos EUA, tem recomendado que médicos receitem à pacientes com osteoporose a ingestão desta dose de Vitamina D. Já a Sociedade Americana de Estudos do Metabolismo Ósseo (ASBMR), também dos Estados Unidos, recomenda a ingestão de 30µg diárias. “A ingestão de cálcio é fundamental no tratamento da osteoporose. Seja através de uma alimentação balanceada e rica neste elemento ou mesmo por meio de comprimidos, o paciente deve consumir 1 mil miligramas de cálcio diariamente. Mas também deve-se receitar ao paciente a vitamina D. “A vitamina D é muito importante na mineralização óssea. É ela quem leva o cálcio para o osso, é a condutora. E hoje sabemos que pacientes idosos que tomam vitamina D melhoram o tônus muscular e o equilíbrio”, explica ele.

A Osteoporose, uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e enfraquecimento dos ossos, torna as pessoas mais vulneráveis a fraturas, especialmente no punho, no quadril e na coluna. Segundo o Dr. Bernardo, o tratamento prevê medicação específica, dieta balanceada, prática de exercício físico e banho de sol. “Se a pessoa tem a tendência de ter a doença, não poderá evitá-la. Mas poderá retardá-la, buscando uma melhor qualidade de vida. Realizar exercícios físicos regularmente, tomar sol sempre e buscar uma dieta rica em cálcio são atitudes fundamentais na prevenção. Realizar um exame chamado densitometria óssea também ajuda muito em um tratamento de prevenção”, finaliza o médico do CREB.


Dor nas costas? É hora de trocar os travesseiros

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Pelo menos 70% dos problemas de saúde têm relação com os maus hábitos e o estresse crônico, situações que afetam todo o corpo.

É tanto estresse que nos últimos 40 anos a população perdeu 25% do tempo total de sono, e a redução de sete para cinco horas eleva o risco de infarto e derrame, dizem pesquisadores da University College of London. E de nada adianta ter um colchão de primeira se o travesseiro for de terceira, ou inadequado, porque isto só piora a insônia.

Como escolher o travesseiro diante de dezenas de modelos, de diferentes tamanhos, texturas e formatos?

O primeiro ponto, talvez o mais importante, é observar a posição em que se costuma dormir. A melhor é a de lado, afirmam médicos e fisioterapeutas, porque ela força menos a coluna e relaxa o corpo. Se a preferência for deitar de costas ou de bruços, também dá para evitar as noites mal dormidas. Basta saber qual é o modelo que mais se adapta ao seu jeito de dormir. Há travesseiros até para quem sofre de dores de coluna, para quem ronca ou é alérgico.

Para reduzir o estresse e a dor nas costas, é bom ter um travesseiro que mantenha o alinhamento do pescoço com o tronco, diz o ortopedista Antônio Eulálio, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO). A altura correta do travesseiro faz a diferença entre ter bons sonhos ou ficar imerso em pesadelos.

— Quem dorme de lado deve optar por um modelo que ocupe o espaço entre o ombro e a cabeça. Esta altura varia de 10cm a 15cm. Dormir com o travesseiro muito alto ou muito baixo manterá a cabeça inclinada para um dos lados. Isto contrai os músculos do pescoço. Então, a chance de torcicolo é grande. Se prefere dormir de bruços ou de costas, use um travesseiro baixo — ensina Eulálio.

Travesseiro de molas, regulável, antialérgico e refrescante

Há travesseiros para todos os biotipos m e posições ao dormir. Só um dos fabricantes do país produz 20 modelos. Tem regulável, de molas, antialérgico, de espuma, perfurado, alto, baixo, lavável e até de material desenvolvido pela Agência Espacial Americana (NASA). Assim como os modelos, os preços variam, de R$ 25 a R$ 150, em média. E é melhor trocá-los a cada dois anos.

Um dos mais vendidos, o regulável, vem com camadas removíveis, até quatro opções de alturas e gomos massageadores que estimulam a circulação. O refrescante, de espuma, é ventilado e lavável: indicado para pessoas que dormem de costas e transpiram muito. Outros travesseiros têm recheio de íons de prata que prometem eliminar 90% dos ácaros.

Já os de espuma viscoelástica moldam-se ao contorno da cabeça, exercendo menos pressão e absorvendo o calor. Esta e a tecnologia do modelo Nasa, que também traz gomos massageadores. O ortopedista Antônio Eulálio, do Into, diz que não há um modelo melhor ou pior.

– A Nasa criou uma espuma viscoelástica moldável e que dissipa calor para o revestimento interno de suas naves, e usam este material em travesseiros. Porém nem todas as pessoas se adaptam. Um bom exame no ortopedista pode ajudar a escolher melhor o modelo.

O reumatologista Arnaldo Libman, do Centro de Reumatologia e Ortopedia, concorda.

– Travesseiro não pode ser muito duro, nem muito mole. Ele precisa preencher as curvas da coluna cervical. Se você forçar esta parte, poderá sentir dor, queimação e até náusea, tonteira e lacrimejamento, além de piorar problemas de coluna, como artrose – alerta.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619